5 motivos para assistir Peaky Blinders

27 setembro 2016

Quando fiz o post "séries que quero assistir", Peaky Blinders estava na lista e depois de muita luta interna eu resolvi tirar um fim de semana para assistir a primeira e segunda temporada e o resultado não foi outro: entrou na lista de favoritas.
Gostei de várias coisas da série, mas resolvi listar cinco motivos pelos quais você deve dar uma chance para ela e começar a assisti-la.

1. A história.

A série se passa logo após a Primeira Guerra Mundial onde cada soldado tem de lidar com sua própria dor a sua maneira, incluindo o personagem principal - e líder dos Peaky Blinders -, Thomas Shelby.
Não é só uma história de gângsteres tentando conquistar território, mas também vai do amor ao ódio, brigas de família, lealdade e traição.
Os interessados em amor podem ficar de olho na paixão de Ada e Freddie; também podemos ver a amizade e um vínculo forte entre os irmãos Shelby; e para os que gostam das histórias de gangster vão adorar as estratégias de Thomas para conseguir o que quer.

2. Personagens femininas fortes.

Me irrita bastante séries que colocam personagens femininas apenas como a namorada ou algo tão fraco que com o passar do tempo a gente vai esquecendo que ela está ali, mas em Peaky Blinders você não vai encontrar isso, pois todas são extremamente fortes em determinado ponto.
Tia Polly (a Narcisa Malfoy, não pude deixar passar em branco, rs) é a mais forte de todas e controla a gangue Peaky Blinders e a família. Foi ela quem cuidou dos negócios enquanto os irmãos Shelby estavam na guerra e sempre deixa isso bem claro só para eles não se esquecerem de quem colocou comida na mesa enquanto eles estavam fora.
Ada poderia ser o mais próximo de uma personagem feminina esquecida, mas ela contorna isso. Ela é apaixonada por Freddie, um comunista que está sendo procurado pela policia, e passa por cima das ordens dos irmãos e continua com ele. A melhor cena de Ada é quando ela fica entre uma luta de gangues e diz que se eles quiserem se matar vão ter que atirar nela, tudo isso para impedir que seus irmãos e amado lutassem contra uma gangue ríval.

3. Trilha sonora.

Uma das coisas que me fez gostar bastante da série foram as músicas escolhidas para cada episódio e que se encaixam perfeitamente em cada cena. As músicas não foram feitas especialmente para a série como acontece muitas vezes e é muito bacana saber que elas foram todas gravadas a muito tempo atrás.
A maioria das músicas são do The White Stripes e Nick Cave, e não sei como me surpreendi ao ouvir Artic Monkeys em vários episódios.

4. A fotografia.

Depois da trilha sonora, uma das coisas que mais me chamou a atenção na série foi a fotografia. A fotografia é incrível e para mim parecia mais como um filme do que uma série de televisão. Todo o cenário da série parece real e é como se você fosse transportado para uma Inglaterra de décadas atrás.

5. Os irmãos Shelby.

Como dito no primeiro item, os irmãos Shelby mantêm um vínculo de amizade e companheirismo que você nota em cada episódio. Eles ajudam uns aos outros e também discutem e brigam quando entram em desacordos, mas no final sempre chegam em um consenso.
Arthur é o irmão mais velho, o cachorro louco da família. Sempre brigando e defendendo seus irmãos a qualquer custo.
Thomas é o do meio e é ele quem comanda a gangue dos Peaky Blinders. Mesmo guardando para si a maior parte dos seus planos, no final ele sempre conta com a ajuda dos irmãos para realiza-los.
John é o mais novo, pai de quatro crianças e quase mais irresponsável do que Arthur, pois está sempre bebendo e você nunca vê ele com os filhos.

+ BÔNUS: Tom Hardy.

Esse é um bônus bem bônus mesmo, porque o Tom Hardy não tem quase nem meia hora se juntar todas as cenas em que ele apareceu, mas quando aparece é para tirar o fôlego. Ele só aparece a partir do segundo episódio da segunda temporada e interpreta Alfie Solomons, o líder de uma gangue de judeus que controla uma parte de um bairro em Londres.

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